Válvulas de redução de pressão

Válvulas de redução de pressão
em corpo e em corte

São válvulas que funcionam automaticamente em virtude da atuação do próprio líquido em escoamento, independentemente da atuação de qualquer força exterior. Tem por finalidade regular a pressão a jusante da própria válvula, mantendo-a dentro de limites preestabelecidos.

Para atuar obedecendo a valores prefixados da pressão, necessitam de molas, cuja tensão é graduável. Existem modelos onde opera uma válvula piloto auxiliar, fazendo parte da própria válvula, e que, submetida à pressão de montante, permite ou não a passagem do fluido de modo que este possa operar a válvula principal e são indicadas para instalações com fluidos até 60°C,  como água, ar comprimido, óleos etc, e com características especiais para vapor, ar e gás até 220°C, flangeadas.

São sempre instaladas em posição transversal à tubulação, complementadas com um by-pass para evitar a interrupção do suprimento de água à coluna durante a manutenção ou reparos, e válvulas de gaveta estratégicas em função do fluxo. São normalmente empregadas em instalações de edifícios, uma vez que não convém os aparelhos sanitários trabalharem com pressão superior a 4,0 kgf .cm2, como também em ramais prediais residenciais em áreas onde a pressão na rede (zona de pressão) ultrapasssa limites similares. 

Tradicinalmente fabricada em ferro fundido para pressões de trabalho inferiores a 10 kgf .cm2 e em bronze para superiores. O mais tradiconal marca brasileira é a NIÁGARA, e a sua indicção é feita através de tabela fornecidas pelo fabricante. Em geral apresentam a descarga em função da diferença de pressões antes e depois da válvula, para alguns diâmetros de encanamento.