Rei Eduardo V da Inglaterra
(1470 - 1483)
Rei da Inglaterra da casa de York (1483) nascido durante o último exílio do pai, na Abadia de Westminster, considerado monarca apesar de nunca ter sido coroado. Era o filho  primogênito do rei da Inglaterra Eduardo IV e da rainha Isabel Woodville, foi proclamado como Príncipe de Gales (1471), pela ascensão definitiva de seu pai ao trono inglês. A morte de seu progenitor (1483), converteu-se no novo soberano de Inglaterra, quando tinha apenas 12 anos. Assim a regência do reino foi assumida por um Conselho de Regência presidido por seu tio Ricardo, Duque de Gloucester, assumiu a sua tutela e dos irmãos e também a titularidade da regência. Explorando o fato da mãe do príncipe não ter descendência nobre, Gloucester fez aprovar no parlamento uma resolução que declarava os filhos de Eduardo IV ilegítimos e portanto indignos de aceder ao trono. Assim, apenas três meses depois, Gloucester declarou-se rei de Inglaterra com o nome de Ricardo III. O herdeiro real  e o seu irmão Ricardo foram então levados para a Torre de Londres e nunca mais foram vistos em público, pois provavelmente foram assassinados por ordens de Ricardo III, para não correr riscos em seu reinado. Durante o reinado de Carlos II (1660-1685), trabalhadores descobriram (1674) os corpos de duas crianças na Torre de Londres. Os ingleses acreditaram que eram os corpos dos príncipes e lhes deram um enterro real.