Na mitologia grega, era a representação divina do Sol
em todas as suas fases e latitudes, desde o nascer ao desaparecimento.
Filho de Hipérion, era neto de
Urano e de Gaia,
irmão de Eos, a Aurora,
e de Selene, a Lua. Enquanto
Apolo era o deus da luz do sol,
ele era o olho do mundo. Percorria o céu todos os dias, de
leste para oeste, num carro flamejante puxado por quatro corcéis,
para levar luz e calor aos homens. Foi ele quem revelou a Deméter
a verdade sobre o rapto de Perséfone
por Plutão. Na Grécia
clássica, foi cultuado em Corinto e principalmente na ilha de Rodes,
onde era considerado o deus principal, honrado anualmente com uma grande
festa. Ali seus adoradores ergueram o famoso Colosso de Rodes, um
enorme escultura em bronze representando um belo jovem coroado de raios
resplandecentes, erguida em sua homenagem, no século III a.C. e
considerada uma das sete maravilhas do mundo antigo. Seu filho com Clímene,
Faetonte,
morreu ao tentar conduzir o carro do Sol, buscando provar sua ascendência
divina. Narra a mitologia que a ninfa Clítia, apaixonada
pelo deus do Sol e por ele desprezada, foi transformada por
Apolo
em heliotrópio, flor que gira ao longo do dia sobre seu caule,
voltada sempre para o Sol, ou a conhecida flor Girassol.
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DEUSES CONTEMPORÂNEOS:
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