Deus grego do amor, também conhecido como Cupido,
Amor
em latim, que apesar de sua excepcional beleza ser altamente valorizada
pelos gregos, seu culto tinha modesta importância. Era filho de Afrodite
e seu companheiro constante e com seu arco ele disparava flechas de amor
nos corações dos deuses e dos humanos. Sua mãe havia
sentido ciúme de
Psiquê,
cuja beleza causava tumulto por onde ela passasse. A deusa ordenou que
ele fizesse com que Psiquê
se apaixonasse por alguma pessoa de nível muito baixo. Ele a encontrou
enquanto ela dormia e, como acabou acordando-a ao tocá-la com uma
de suas flechas, ficou tão maravilhado por sua beleza que, acidentalmente,
aranhou a si mesmo com a flecha e se apaixonou por ela. Levou-a dali para
bem longe, para um maravilhoso palácio e ia visitá-la todas
as noites. Sem nenhuma ajuda visível, todos os desejos de Psiquê
eram cumpridos. Durante muito tempo, ela não havia olhado para o
seu amado, pois este lhe tinha proibido de olhá-lo, uma vez que
ele queria que o amasse, como humano, e não como um deus. Mas a
curiosidade finalmente se apoderou dela e uma noite, enquanto ele dormia,
ela ascendeu uma lâmpada e segurou-a por cima dele para vê-lo.
Mas uma gota de óleo quente caiu em seu peito que, sem pronunciar
uma palavra, abriu suas belas asas e voou pela janela afora. O palácio
e tudo o que ele continha desapareceu. Psiquê
vagou dias e noites procurando-o, enquanto ele estava preso no quarto da
mãe por causa de sua ferida. Afrodite,
irritada com Psiquê
por ter conquistado seu filho, deu-lhe uma imensa punição.
Recuperado ele dirigiu-se a Zeus
e pediu o perdão para sua amada e que a casasse com ele, tornando-a
imortal. Então
Hermes
foi enviado para apanhar Psiquê
e levá-la ao Olimpo. Quando ela lá chegou, Zeus
deu-lhe um copo de néctar de ambrósia divina para
beber, tornando-a assim imortal e unindo-os para sempre.
Figura
copiada do blog de SHEILA CAMPOS:
http://sheilacampos.zip.net/