Uma
das doze divindade gregas do Olimpo, deus grego da guerra, correspondente
a Marte em Roma, personificava o aspecto sanguinário e selvagem
das batalhas, simbolizando a agressividade característica do espírito
guerreiro. Filho de Zeus e Hera,
embora incluído entre os doze maiores deuses da Grécia, seu
culto não era muito difundido pela Grécia, sendo seu maior
legado o Aerópago atenienese. Apesar das similaridades, o
deus romano teve importância maior que o de seu equivalente grego,
sem possuir nada da inconstância ou da leviandade deste. Eram realizadas
celebrações em honra ao deus no Egito, na cidade de Papremis,
citadas por Heródoto como o sexto
festival em ordem de grandeza naquele país, onde também existia
um oráculo do deus. Era venerado principalmente em regiões
como a Trácia, onde as pessoas eram particularmente violentas, e
também era muito venerado na Cítia. Guerreava pelo simples
prazer de fazê-lo e não possuía nenhuma das qualidades
nobres de alguns outros deuses. Encontrava-se sempre no meio de qualquer
batalha sem se preocupar com qual dos dois lados estava a razão,
festejava o derramamento de sangue e não se importava com quem perdesse
ou ganhasse. Era freqüentemente desafiado por Atena,
que se divertia, vencendo-o e/ou envergonhando-o. Quando ele se queixou
a Zeus, seu pai, que Atena
havia ajudado Diomedes a feri-lo na guerra de Tróia,
Zeus
chamou-o de renegado e chorão e só permitiu que sua ferida
sarasse porque ele era seu filho. Em certa ocasião, lutou com Atenapara
se vingar dela por ter ajudado Diomedes. Mas ele perdeu de novo
porque Atena jogou-lhe uma rocha com
tanta força que ele foi projetado fora do céu, caindo na
terra e levantando uma nuvem de poeira. Gemendo sem parar, foi socorrido
por Afrodite, que o levou de volta para
o céu, carregando-o em seus braços. Destacado por Homero
em sua Odisséia, era alto e bonito, porém vaidoso
e cruel e foi um dos amantes de Afrodite,
deusa grega do amor e da beleza, como também de Otréra,
mãe das amazonas Hipólita, Menalipe, Pentesiléia
e Antíopa e da deusa Eos e com Cirene, a mãe
de Aristeu, teve Diomedes rei da Trácia. Geralmente
era retratado com uma lança, a arma preferida dos hoplitas
gregos.
Figura
copiada do site ATHEISM /ABOUT.COM:
http://atheism.about.com/