Na mitologia grega, foi a princípio uma simples ninfa filha da também
ninfa Dóris e de Nereu ou
Oceano, e irmã da deusa
Tétis e, portanto, tia de Aquiles.
Tornou-se esposa de Poseidon ou Netuno,
tornando-se a deusa dos mares. Certa vez, quando se divertia com
suas companheiras foi vista por Netuno
que, maravilhado pela sua deslumbrante beleza, tentou raptá-la,
mas ela se recusou a unir-se ao deus, escapou e refugiou-se nas profundezas
do oceano, em um lugar onde só sua mãe, Dóris,
sabia onde estava. O deus dos oceanos não desistiu de sua paixão
e continuou com suas investidas. Mandou um delfim procurá-la
e ela foi encontrada ao pé do monte Atlas e, convencida, ela cedeu
e casou com Poseidon, que a tornou
rainha dos oceanos. Dessa feliz união, nasceu um rebento de corpo
de homem e cauda de peixe, Tritão, que se tornou mensageiro
e zeloso servidor dos pais, e com sua música produzida com búzios
como instrumento, apaziguava a agitação dos mares para que
a carruagem paterna pudesse percorrer em segurança seus domínios.
Diz-se também que sua descendência foi marcada pelo nascimento
de muitas ninfas marinhas, mas também de monstros e gigantes, inclusive
mãe dos Ciclopes. Nas esculturas, ela freqüentemente
aparece sentada próxima a Poseidon em uma
carruagem puxada por Tritões. Representada portando um tridente,
símbolo de sua soberania sobre os mares, na mitologia romana, é
conhecida como Salácia.
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SEGUNDA GENERACIÓN DIVINA. 2:
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