Físico norte-americano nascido em Philadelphia, Pennsylvania, ganhador
do Prêmio Nobel de Física (1993), dividido com seu colega
da Princeton University, pelo desenvolvimento
de estudos sobre os pulsares binários e as ondas gravitacionais.
Segundo dos três filhos de Joseph Hooton Taylor e Sylvia
Evans Taylor, aos sete anos a família mudou-se para uma fazenda familiar
do avô paterno, no distrito municipal de Cinnaminson Township, New
Jersey, onde cresceu e foi educado em instituições Quaker,
em particular na Moorestown Friends School e no Haverford College, onde
aprendeu a gostar de matemática. No Haverford College, Pa. fez seu
B.A. (1963) e passou pelos departamentos de Astronomia, Física e
Matemática Aplicada. Concluiu seu Ph.D. em astronomia na Harvard
University (1968), defendendo uma tese em astronomia de rádio, orientado
pelo professor Alan Maxwell, e passou a se interessar por pulsares.
Ele ensinou na University of Massachusetts, Amherst (1969-1981) e, então,
juntou-se a Princeton University, onde tornou-se James S. McDonnell
professor em física (1986). Utilizando a antena de 305 m de
diâmetro do rádio-telescópio de Arecibo, juntamente
com Russell Alan Hulse (1950-), fizeram uma observação crucial
cuja descoberta lhes valeu o prêmio Nobel (1993): a medida da taxa
de redução do período orbital do pulsar binário
PSR 1913+16, duas estrelas de nêutrons (1974). O período orbital
é de 7,75 horas, e o período de rotação do
pulsar de 59 milisegundos. A taxa de redução do período
orbital, de (76,0 + - 0,3 milionésimos de segundos por ano, concorda
com precisão melhor do que 1% com o cálculo de perda de energia
devido à emissão de ondas gravitacionais, previstas pela
teoria de Einstein. As ondas gravitacionais são perturbações
na curvatura do espaço-tempo e se propagam à velocidade da
luz. Um onda gravitacional proveniente de uma fonte intensa, como um pulsar
binário próximo, altera as distâncias, mas por fatores
da ordem de 10-21.
Figura
copiada do site da FUNDAÇÃO NOBEL:
http://www.nobel.se/