John Ernest Walker
(1941 - )
Bioquímico britânico nascido em Halifax, Inglaterra, pesquisador
do Medical Research Council, Laboratory of Molecular Biology Cambridge,
Great Britain, que compartilhou 50% do Prêmio Nobel de Química
(1997) com o norte-americano Paul Boyer. Os
outros 50% do Nobel foram para o dinamarquês Jens Skou pela
descoberta do mecanismo enzimático que viabilizou a síntese
de trifosfato de adenosina (ATP). Filho de Thomas Ernest
Walker e Elsie Lawton, foi educado na Rastrick Grammar School,
especializando-se em física e matemática. Entrou para o St.
Catherine's College, Oxford University (1960), onde obteve licenciatura
em química (1964) e o Ph.D. (1969). Casado com Christina Westcott
(1963), o casal teve duas filhas. Esther e Miriam. Trabalhou
na The School of Pharmacy da University of Wisconsin (1969-1971) e na França,
foi fellowships (1971-1974) da NATO e EMBO, primeiro na CNRS em Gif-sur-Yvette
e depois no Institut Pasteur. Em seguida integrou-se (1974) ao staff
do Laboratory of Molecular Biology of the Medical Research Council,
juntamente com nomes como Max Perutz, chairman do laboratório,
Fred Sanger, Ieuan Harris, Aaron Klug, Francis
Crick, Sidney Brenner, Hugh Huxley, John Smith e
César Milstein, o que transformou e deu estabilidade à
sua carreira científica, possibilitando-o chegar até o Nobel.
Foi eleito fellow da Royal Society, Londres (1995) e do Sidney Sussex
College, Cambridg (1997), e Honorary Fellow do St. Catherine's College,
Oxford (1997). Tornou-se diretor (1998) do MRC's Dunn Human Nutrition Unit
in Cambridge. Ganhou a A. T. Clay Gold Medal (1959), o prêmio
da Johnson Foundation (1994), o CIBA Medal, o prêmio
da Biochemical Society e a Peter Mitchell Medal do EBC (1996),
e o prêmio Gaetano Quagliariello da Universidade de Bari (1977),
Itália.
Foto
copiada do site NOBEL e-MUSEUM:
http://www.nobel.se/