Johannes Stark
(1874 - 1957)
Físico germânico nascido em Schickenhof, próximo a
Regensburg, na Bavária alemã, pesquisador em radiação
e teoria atômica da Universidade de Greifswald, descobridor o efeito
Dopler dos raios canais (1913) e a divisão das linhas espectrais
no campo elétrico e, por isso, ganhou o Prêmio Nobel de Física
(1919). Foi educado no Gymnasium de Bayreuth e depois em Regensburg, antes
de estudar matemática, física, química e cristalografia
na Universidade de Munique (1894-1897). Foi assistente do Prof. von Lommel
no Instituto de Física da Universidade de Munique (1897-1900), ensinou
física na Universidade de Göttingen (1900-1906), foi nomeado
professor extraordinário do Technische Hochschule de Hanover
(1906) e depois tornou-se professor no de Aachen (1909), professor na Universidade
de Greifswald (1917-1919) e mudou-se definitivamente para o Instituto de
Física da Universidade de Würzburg (1920). Foi eleito presidente
(1933-1939) do Physikalisch-Technische Reichsanstalt, sucedendo von
Paschen, e permanecendo no cargo até sua aposentadoria (1939),
enquanto também era Presidente da Deutsche Forschungsgemeinschaft.
Prolífico escritor publicou mais de 300 papers científicos.
Escreveu livros como Die Elektrizität in Gasen (1902) e Die
Elektrizität im chemischen Atom (1902) e fundou e editou
o Jahrbuch der Radioaktivität und Elektronik (1904-1913). Foi
membro correspondente das Academias de Göttingen, Rom, Leyden, Viena
e Calcutá, e além do Nobel recebeu prêmios como o Baumgartner
da Academia de Ciências de Viena (1910) e o Vahlbruch da Academia
de Ciências de Göttingen (1914). Durante seus últimos
anos de vida trabalhou em um laboratório particular em Eppenstatt,
próximo a Traunstein, na Bavária, pesquisando em eletricidade,
morrendo lá, em Traunstein.
Foto
copiada do site NOBEL e-MUSEUM:
http://www.nobel.se/