Gerardus 't Hooft
(1946 - )
  Físico holandês nascido em Den Helder, ganhador do Prêmio Nobel de Física (1999) pela demonstração de como usar a Teoria Física das Partículas para calcular matematicamente com precisão quantidades físicas, juntamente com outro conterrâneo Martinus J. G. Veltman, professor na University of Michigan Ann Arbor, MI, USA. Descendente de uma tradicional família de professores universitários  holandeses, especialmente das universidades de Leyden e Utrecht, sobrinho-neto de Frits Zernike, o Prêmio Nobel de Física (1953), embora sua mão não tenha tido curso superior e seu pai graduado em engenharia naval, em Delft. Com sua infância em Haia, aos oito anos esteve por dez meses em Londres, onde iniciou seu inglês. Teve formação primária no Dalton Lyceum, em The Hague e deslocou-se para Utrecht e foi aprovado nos exames de admissão na universidade estatal (1964), onde terminou sua tese de graduação (1968) e conheceu um professor do Instituto de Física Teórica, especialista em partículas subatômicas, Martinus Veltman, mais conhecido como Tini, com quem iniciou seu doutorado (1969), obtido três nos depois (1972), com brilhante trabalho baseado nas teorias de Yang-Mills. Neste mesmo ano casou-se com Albertha Schik, da cidade de Wageningen e médica pela Universidade de Utrecht. Deslocou-se, então, para Genebra para trabalhar para a CERN, enquanto a esposa especializava-se em anestesia, no Hospital Cantonal de Genebra. Na CERN interessou-se pelo problema do confinamento do quark, passando a pesquisar sobre essa teoria, cujos primeiros resultados foram divulgados na conferência de Marseille (1972). Retornou a  Utrecht (1974) nomeado professor assistente e dois anos depois (1976) foi convidado para trabalhar para at Harvard e Stanford, até que voltou para  Utrecht como professor titular (1978). Mesmo depois de sentir a saída por razões pessoais de Veltman de Utrecht (1981), continuou ali pesquisando essencialmente em mecânica quântica.

Foto copiada do site NOBEL e-MUSEUM:
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