Físico holandês nascido em Den Helder, ganhador do Prêmio
Nobel de Física (1999) pela demonstração
de como usar a Teoria Física das Partículas para calcular
matematicamente com precisão quantidades físicas, juntamente
com outro conterrâneo Martinus J. G. Veltman, professor
na University of Michigan Ann Arbor, MI, USA. Descendente de uma tradicional
família de professores universitários holandeses, especialmente
das universidades de Leyden e Utrecht, sobrinho-neto de Frits Zernike,
o Prêmio Nobel de Física (1953), embora sua mão não
tenha tido curso superior e seu pai graduado em engenharia naval, em Delft.
Com sua infância em Haia, aos oito anos esteve por dez meses
em Londres, onde iniciou seu inglês. Teve formação
primária no Dalton Lyceum, em The Hague e deslocou-se para Utrecht
e foi aprovado nos exames de admissão na universidade estatal (1964),
onde terminou sua tese de graduação (1968) e conheceu um
professor do Instituto de Física Teórica, especialista em
partículas subatômicas, Martinus Veltman, mais conhecido
como Tini, com quem iniciou seu doutorado (1969), obtido três
nos depois (1972), com brilhante trabalho baseado nas teorias de Yang-Mills.
Neste mesmo ano casou-se com Albertha Schik, da cidade de Wageningen
e médica pela Universidade de Utrecht. Deslocou-se, então,
para Genebra para trabalhar para a CERN, enquanto a esposa especializava-se
em anestesia, no Hospital Cantonal de Genebra. Na CERN interessou-se
pelo problema do confinamento do quark, passando a pesquisar sobre
essa teoria, cujos primeiros resultados foram divulgados na conferência
de Marseille (1972). Retornou a Utrecht (1974) nomeado professor
assistente e dois anos depois (1976) foi convidado para trabalhar para
at Harvard e Stanford, até que voltou para Utrecht como professor
titular (1978). Mesmo depois de sentir a saída por razões
pessoais de Veltman de Utrecht (1981), continuou ali pesquisando essencialmente
em mecânica quântica.
Foto
copiada do site NOBEL e-MUSEUM:
http://www.nobel.se/