Importante homem de negócios germânico nascido em Augsburg,
filho mais jovem de Jakob I Fugger (1399-1469), membro, pois,
dessa grande família mercantil e de banqueiros, os Fuggers,
que dominou os negócios europeus durante os séculos XV e
XVI. Demonstrou grande capacidade para os negócios e associou a
empresa às minas do Tirol, mediante a concessão de empréstimos
permanentes ao arquiduque Sigismundo, em troca de fornecimentos
de cobre e prata. Os lucros dessa iniciativa animaram os Fuggers a participar
também de operações de mineração na
Silésia. Convenceu (1496) o príncipe-bispo de Brixen
a associar-se à companhia, com o que dobrou o capital. Envolveu-se
em todo tipo de negócios que prometesse lucros, inclusive no lucrativo
comércio de especiarias, mas a morte do príncipe-bispo de
Brixen, cuja herança era reclamada pelo papa, resultou numa crise
que ele conseguiu contornar mediante hábeis negociações.
Deu suporte econômico à política do imperador Maximiliano
I e a candidatura de Carlos V ao trono imperial. Como recompensa ao
apoio que prestou à casa da Áustria, ganhou o repasse dos
arrendamentos feitos à coroa espanhola pelas grandes ordens militares.
Entre os territórios arrendados estavam as minas de mercúrio
de Almadén e as de prata de Guadalcanal. Quando morreu, em Augsburg,
deixou seu império nas mãos do sobrinho Anton Fugger (1493-1560),
filho de Georg Fugger (1453-1506), que com sucesso deu continuidade
aos seus negócios da companhia.
Figura copiada do site 2000 JAHRE:
http://www.geschichte.2me.net/bio/cethegus/f/fugger.html